Sincronizando a agenda do Google e a do Google Apps

Após alguns problemas associando minhas duas contas do Google no Milestone, restou apenas o problema da agenda.  Recapitulando, tenho duas contas: uma do Google, comum, e outra do Google Apps for Your Domain (GAFYD ou apenas Google Apps).

Cada uma delas conta com sua própria agenda, mas eu só utilizo a do Google Apps.  Mas o Milestone  sincroniza a agenda com apenas uma conta, a primeira que você cadastrar. E para solucionar o problema do post anterior tive de cadastrar primeiro minha conta Google comum.

Algo estranho, deveria ser possível ao menos escolher com qual conta sincronizar. Bom, o jeito é remediar. Como? Primeiro entre na seção de configuração do calendário, na interface administrativa do Google Apps. O endereço é algo assim:

https://www.google.com/a/cpanel/example.com/CalendarSettings

Claro que você deve substituir example.com por seu próprio domínio.  Note o item “Sharing options“. Assegure-se de escolher o item ““.

Atenção!  Para que esta configuração tenha efeito pode demorar alguns minutos. Caso os passos seguintes não dêem resultado, tnte novamente depois.

Bom, agora você pode compartilhar sua agenda do Google Apps e inserí-la na agenda do Google, através do  My CalendarsSettings Sharing.  Coloque seu email @gmail.com e escolha na caixa a opção Make changes AND manage sharing. Pronto!

Compartilhando o Google Calendar

Agora você conseguirá visulizar ambas as agendas em seu Motorola Milestone. só espero que em um próximo update do Android isto deixe de ser necessário.

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Não consegue adicionar outra conta Google no Motorola Milestone?

Um problema vinha me atormentando no Motorola Milestone. Adicionei através do Android Market os aplicativos Google Listen e Google My Maps Editor. Mas infelizmente não pude testá-los, pois foi exigida a adição de uma conta Google para tanto. Ué, mas já tenho uma conta  do Google Apps  configurada no aparelho. Aparentemente minha conta do Google Apps for Your Domain (conhecido também como GAFYD ou simplesmente Google Apps) não é suficiente para utilizar serviços como o Listen.

Vamos então cadastrar no aparelho outra conta Google. O problema é este: após já ter configurado uma conta do GAFYD, não consigo criar  ou vincular uma conta comum do Google no Milestone. Sempre surge um problema de conexão do tipo ” o servidor não responde, tente novamente mais tarde”.  Mas o resultado é sempre o mesmo, seja via Wi-Fi, seja via HSPA/3G.

Procurando pela internet, parece que a ordem em que se inclui as contas Google nos Androids influencia no resultado final: nos calendários, nos contatos e no Google Talk.  O jeito é tentar então adicionar primeiro minha conta  Google e só depois o do GAFYD. Mas como alterar a ordem de cadastro de contas?

Primeiro é preciso limpar o aparelho através de um hard reset. O procedimento, simples, é diferente do usado no Droid (o Milestone dos americanos):

  1. Desligue o aparelho;
  2. Aperte e segure o botão da câmera, e depois pressione o de ligar. Continue apertando o botão da câmera até surgir um triângulo na tela;
  3. Com o triângulo na tela, pressione ao mesmo tempo os botões de aumentar volume e o da câmera – é difícil, podem ser necessárias várias tentativas – até surgir um menu;
  4. No menu selecione o item clear user data (ou algo semelhante), através do direcional;
  5. Pronto! Selecione o reboot e aguarde. O aparelho está como saiu da caixa novamente!

Agora tome o cuidade de registrar no Milestone alguma conta Google comum,  sem ser do GAFYD.  Pronto! Agora sim,  adicione quantas contas  quiser, inclusive a do GAFYD. Finalmente consigo acessar o Listen e o My Maps Editor.

PS: Um problema que agora preciso resolver é fazer o diabo do calendário sincronizar com o calendário do GAFYD.  Ele só sincroniza no Google comum.  Não há opção de qual conta sincronizar, diferente fo Gmail e dos contatos…

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Milestone e o Android Market

image

Inserido via wpToGo

Um dos principais motivos para um geek querer um cacareco do calibre do Milestone, é poder instalar os famigerados apps (embora tenha quem queira controlar isso). Listo então aquilo que vale a pena, levando em conta o acesso restrito dado aos brasileiros – não podemos pagar por nenhum aplicativo, por exemplo, então eles nem são listados (o que não te impede de efetuar uma compra direta com o desenvolvedor).

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Motorola Milestone (Droid)

Estava eu, pensando e contando moedas para comprar meu Android, quando finalmente a Vivo lança o Samsung Galaxy. Viva! Um Android que posso comprar!

Tentei achar o dito aparelho nas lojas a Vivo, sem sucesso.  E  tive de ser atendido pelos despreparados vendedores da Vivo, que sequer sabiam me informar o preço do aparelho para o meu plano.

Milestone aberto

Motorola Milestone

Minha sorte mudou quando vi a notícia no Gizmodo de que a Vivo havia lançado, em primeira mão, o Motorola Milestone no Brasil. E por um preço surpreendente! Eu achava que o Milestone chegaria ao Brasil com um valor semelhante ao N97 (um olho e  um braço), quando na verdade ele chegou com um preço igual ao Samsung Galaxy.

Android, finalmente

Fui à loja conceito da Vivo no Shopping Morumbi, a primeira loja oficial da Vivo em que fui bem atendido, com um vendedor que sabia responder  minhas perguntas – mas atenção, ser bem atendido é diferente de ser rapidamente atendido. Minha espera foi de cerca de 40 minutos. Por outro lado, sempre fui bem atendido por vendedores de lojas autorizadas, mas enfim.

Após a compra me ofereceram um suporte pós-compra, para aprender a destrinchar as funções do dito cujo, que prontamente recusei, pois não via a hora de eu mesmo fuçar o cacareco. Mesmo assim fiquei surpreso por existir e oferecerem este serviço. Fiquei depois curioso para conhecer sua qualidade. Fica para outra vez.

Vamos ver agora o que o Milestone tem a oferecer para um ex-dono de um N95.

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ArcSDE e MS SQL Server 2008

O ArcSDE é um produto da ESRI que consiste-se em uma camada sobre bancos de dados relacionais, tornando-os capazes, se já não forem, de manipular informações geograficamente referenciadas, ou dados geo.

O MS SQL Server 2008 é o banco de dados relacionais da Microsoft.

A versão mais recente do ArcSDE, a 9.3, tornou possível utilizar o tipo de geometria nativa: o ‘GEOMETRY’ . Mas como configurar o sistema de forma a utilizá-lo?

Existe uma entrada no banco de dados que deve ser alterada. Ela se encontra na tabela sde.db_tune. Dê uma xeretada para verifcar seu conteúdo:

SELECT *
FROM sde.dbtune
WHERE
    keyword like 'DEFAULTS'    AND
    parameter_name like 'GEOMETRY_STORAGE'

A entrada que deve ser alterada é esta:

UPDATE sde.dbtune
SET config_string = 'GEOMETRY'
WHERE
    keyword like 'DEFAULTS'    AND
    parameter_name like 'GEOMETRY_STORAGE'

A listagem de tipos disponíneis em seus respectivos sistema pode ser obtido no help do ArcSDE.

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ajudando o próximo com o Kiva

Costumo usar o Google Reader  – tanto que está se tornando mais um vício – e sigo alguns blogs de programadores e entusiastas linux. Em meio aos textos, li um post de Nat Friedman – criador do SUSE Studio, que me tocou.

Já viu o post? Vá lá ver, eu espero.

Ele doou USD 169,00 à uma escola pobre para a compra de lápis de cor e apontadores.  E recebeu algumas cartas das mesmas crianças que receberam os lápis.  Uma ação tão pequena, gerando uma dose de emoção tão grande. Fiquei com inveja.

Uma característica que admiro em uma pessoa é a capacidade de transformar coisa ruins em coisas boas.  Eu, como toda pessoa, estou repleto de coisas ruins. Eu quero me admirar. Eu tenho inveja do Nat. Eu acredito no capitalismo.

Como tirar algo bom disto tudo? Eu encontrei o Kiva. O Kiva é um sistema de microcrédito para minúsculos empreendedores em partes pobres do mundo.  Você adere ao Kiva para agir como um financiador de empreendimentos alheios, emprestando dinheiro, de forma a fornecer crédito para estas pessoas, presas à informalidade e sem acesso ao tipo de crédito que bancos fornecem.

Choose an Entrepreneur, Lend, Get Repaid

Eu? Financiando alguém? Um banco financia, uma grande instituição financia, como alguém como eu pode financiar alguma coisa? Ora, emprestando o valor de USD25,00! Note o emprestar. Ele será devolvido, com algum juro. Como todo empréstimo ele tem seus riscos, e um deles é você conseguir ajudar e mudar a vida de alguém, e ainda ter seu dinheiro de volta.

De um modo geral eu sou contra doações. A não ser que elas gerem oportunidades. E o  que o Kiva faz é exatamente isto, dar oportunidade às pessoas – isto é humano, e sob a forma de crédito, não doação – isto é capitalismo.  Este dinheiro que volta pode ser investido em outro empreendedor. Nota o ciclo virtuoso?

Pronto, não tenho mais inveja do Nat.  Só um pouco.

PS: Aqui está meu perfil no Kiva: http://www.kiva.org/lender/seiti. Sim, eu fiz bem pouco, eu sei. Mas o que você já fez? Me conte, logo abaixo =)

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Programar é arte

O tema é recorrente.  Desde o monumental The Art of Computer Programming ao, hmm…, pragmático  The Pragmatic Programmer existe a noção de que programar não é uma ciência exata. Não é produção, tampouco engenharia. Programar é uma atividade que requer criatividade, visão, trabalho e destreza. É arte.

Vem daí a dificuldade de se estabelecer prazos. De gerar metodologias. De ser produtivo, ter qualidade e criar soluções. Como apressar, controlar e gerenciar algo tão pessoal quanto a produção de código? Talvez tornando-o impessoal e automático. Mas não seria isto remover as características que diferenciam um software bom de um ótimo?

Pode-se criar arte em massa. Pode-se criar obra únicas. Pode-se apreciar ou não uma obra-prima. Não é tão diferente no mundo do código fonte. Quem já não vislumbrou, modificando um programa qualquer, uma obra de arte barroca? Cheia de meandros, voltas, incertezas e becos sem saída. Um labirinto a provocar emoções: fúria, alegria,  raiva, medo, alívio (bom, este só quando o código compila e/ou passa nos testes). Estou divergindo…

E quem programa pode ser entendido como um artesão. Alguém que martela teclas para produzir, vez ou outra, um pouco de arte. E podemos encontrar, procurando bastante, entre estes artesãos, um verdadeiro artista.

Why?

É o caso de Why the Luck Stiff, ou simplesmente _why. Seu trabalho mais conhecido é seu livro: Why’s (poignant) Guide to Ruby. Mesmo que você não programe, mesmo que você não entenda nem mesmo HTML, dê uma olhada.  O livro é excelente. Se parece com algo saído de uma viagem  de LSD, misturado com Alice no País das Maravilhas e lições de Ruby. E existe até uma trilha sonora para acompanhá-la!

Mas, onde encontro este livro? O site do _why saiu do ar. Assim como muitos outros projetos pertencentes a ele. Até a conta no twitter, @_why, sumiu. _why desapareceu. Ninguém sabe ninguém viu.

Where´s why?

É um feito notável para alguém que alcançou certa notoriedade online, e com uma presença forte na internet. Participou de palestras e eventos, mas sempre se identificando por seu pseudônimo.  Ainda existe o anonimato, afinal (há quem diga que _why apenas está dando um tempo e retornará como _because).

Mas dá para apreciar sua obra em alguns mirrors.  E já tratei de guardar a trilha sonora para ouvir enquanto programo. Quem sabe não tenho uma epifania (ou uma síncope, dependendo do código a editar). E tem até tradução para o português, que até onde vi está ótima.

As raposas de _why

So long _why, and thanks for all the chunky bacon.

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Página nova no ar!

Meu antigo controle andava meio abandonado. Primeiro pelo tamanho. É bem grande e desengonçado para se carregar por aí. E segundo, eu mesmo não estava jogando muita coisa que necessitasse dele – Left4Dead, por exemplo.

Mais em Controle Arcade. Round 2!

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Controle Arcade 1P

Meu antigo controle andava meio abandonado. Primeiro pelo tamanho. É bem grande e desengonçado para se carregar por aí. E segundo, eu mesmo não estava jogando muita coisa que necessitasse dele – Left4Dead, por exemplo.

Isso até lançarem o Street Fighter 4 para PC.

arcade

O jogo é sensacional. Tem uma ótima jogabilidade, combos fáceis, combos difíceis, e os personagens são quase equilibrados entre si. Mas o principal atrativo é a possibilidade de se jogar online! Quando entrei no jogo para terminar no modo Arcade, e vi surgir um “Here comes a new challenger!”, me senti dentro uma casa de fliperama.

Isto me motivou a terminar meu projeto: o de um controle arcade individual. Há tempos eu havia planejado sua construção, mas a única coisa que eu tinha eram os botões, o controle e só.

Já era hora de voltar ao projeto. Primeiro criei um modelo no excelente Google Sketchup. Foi bem divertido criar o modelo. Ele se encontra logo abaixo, disponível para download.

Depois entreguei o projeto para meu amigo Batata, que, com suas ferramentas mágicas, tranformou placas MDF na caixa do controle. Um trabalho fantástico, praticamente profissional. Valeu Batata!

IMG_1836 IMG_1839

Instalei os botões e o joystick. Depois peguei a minha placa I-PAC e o instalei no interior da caixa, após ligar todos os cabos com suas respectivas microchaves com conectores F.

controle arcade controle arcade

E, depois de pronto, Round 1! Fight!

arcade

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ArcGIS Javascript, Dojo e o método require

Ando investigando a API Javascript ArcGIS. Esta API é escrita em cima do framework Dojo, que provê um monte de funções úteis, além de um biblioteca bacana de widgets.

Tentando criar um código JS mais organizado, encontrei o método dojo.require, que, em conjunto dos métodos dojo.declare e dojo.provide, devolvem um pouco de sanidade ao programandor.  Ele funciona da seguinte maneira.  Você inventa um namespace/pacote,  e depois associa um caminho à ele:

dojo.registerModulePath( "pacote", "http://localhost/scripts/")

E depois pode incluir ou importar pacotes assim:

dojo.require("pacote.MinhaClasse");

A mágica é que o arquivo http://localhost/scripts/MinhaClasse.js é carregado automaticamente. Legal! Parecido com Java, C# e um monte de outras linguagens. Agora vou criar arquivos correspondentes às classes que criarei, e organizar a macarronada Javascript.

Mas não. A API Javascript ArcGIS, por alguma razão, procura pelo arquivo http://localhost/scripts/MinhaClasse.xd.js !!! De onde saiu este xd? E mesmo criando o arquivo que ele espera, seu conteúdo não é processado da forma correta.

Elaborando alguns testes eu susbtitui a referência:

<script type=”text/javascript” src=”http://serverapi.arcgisonline.com/jsapi/arcgis/?v=1.4″></script>

pela:

<script type=”text/javascript” src=”http://dojotoolkit.org/sites/all/modules/dojo/dtk_build/dojo/dojo.js”></script>

E funcionou ok. Parece que a versão do dojo entregue pela ESRI no ArcGIS não permite o uso do dojo.require. Para que isto seja possível, é necessário compilar o dojo de forma a permiti-lo carregar arquivos de domínios distintos, ou cross domain. Mas na API da ESRI não dá. Pena.

Encontrei como resolver o problema:

        djConfig = {
            parseOnLoad: true,
            baseUrl: "./scripts",
            modulePaths: {
                "minhasClasses": "./minhasClasses",
                "meusDijits": "./BLA"
            },
           isDebug: true
        }

Isto me ensina a aprender direito antes de escrever! =)

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