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	<title>seiti.eti.br &#187; linux</title>
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	<description>Programação e cacarecos tecnológicos</description>
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		<title>SonicWall NetExtender no Ubuntu 64</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Oct 2011 05:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, voltei ao Ubuntu, mas desta vez o 11.10 64bits. Fiquei feliz que o sistema está bem mais estável &#8211; até o momento &#8211; que o 11.04. Mas tem sempre algo que não funciona, que é o caso do cliente &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2011/sonicwall-netextender-no-ubuntu-64">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, voltei ao Ubuntu, mas desta vez o 11.10 64bits. Fiquei feliz que o sistema está bem mais estável &#8211; até o momento &#8211; que o 11.04. Mas tem sempre algo que não funciona, que é o caso do cliente de VPN <em>NetExtender da SonicWall</em>.</p>
<p>Eu tinha feito <a title="SonicWall NetExtender no Debian 64" href="http://seiti.eti.br/blog/2011/sonicwall-netextender-no-debian-64">funcionar no Debian 64</a>, mas a mesma solução não coube aqui. O Ubuntu <strong>não tem</strong> uma variável de ambiente <tt>LD_LIBRARY_PATH</tt>. Como resolver então? Passando por cima do arquivo <tt>/etc/ ld.so.conf</tt> e definindo o <a href="http://tldp.org/HOWTO/Program-Library-HOWTO/shared-libraries.html">caminho para as bibliotecas na mão</a>:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">sudo /lib/ld-linux.so.2 --library-path /lib32 ./netExtender -u username -d example.com vpn.example.com:4433</pre>
<p>E é isso!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>SonicWall NetExtender no Debian 64</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2011/sonicwall-netextender-no-debian-64</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 14:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao migrar do Ubuntu 11.04 &#8211; que estava dando muita dor de cabeça &#8211; para o Debian 64 tive alguns problemas para configurar o NetExtender (trocando dor de cabeça por diversão). Baixei o programa e instalei o tarball. Ao executar &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2011/sonicwall-netextender-no-debian-64">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao migrar do Ubuntu 11.04 &#8211; que estava dando muita dor de cabeça &#8211; para o Debian 64 tive alguns problemas para configurar o NetExtender (trocando dor de cabeça por diversão).</p>
<div id="attachment_1256" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://seiti.eti.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/esticador_rede.jpg"><img class="size-full wp-image-1256 " title="esticador_rede" src="http://seiti.eti.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/esticador_rede.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">NetExtender</p></div>
<p>Baixei o programa e instalei o tarball. Ao executar o cliente gráfico, <tt>netExtenderGui</tt>, foi apresentado o erro:<br />
<code><br />
There was a problem loading the NetExtender JNI library.<br />
Please reinstall NetExtender, and make sure you have a<br />
compatible version of Java installed. SonicWALL recommends<br />
Sun Java 1.4 or higher.<br />
</code></p>
<p>Bom, estou com o Sun Java 1.6 e ele está configurado corretamente. Olhando no terminal, o erro é um pouco mais específico, mas não ajudou muito:<br />
<code><br />
Could not load libNetExtender.so<br />
</code></p>
<p>Jogando a mensagem no Google encontrei <a href="https://bbs.archlinux.org/viewtopic.php?id=73641">um post</a> com pessoas com o mesmo problema, que é a arquitetura usada: 64bits.</p>
<p>Sabendo qual o problema fica mais fácil resolver. No diretório <tt>/usr/lib32</tt> crie dois arquivos simbólicos:</p>
<pre class="prettyprint">sudo ln -s libcrypto.so.0.9.8 libcrypto.so.6
sudo ln -s libssl.so.0.9.8 libssl.so.6</pre>
<p>Se não existirem o libssl.so.0.9.8 e o libcrypto.so.0.9.8, instale o pacote <strong><tt>ia32-libs</tt></strong>.<br />
Agora crie um script para configurar o LD_CONFIG_PATH:</p>
<pre class="prettyprint">#!/bin/sh
export LD_LIBRARY_PATH=/usr/lib32:$LD_LIBRARY_PATH
export COMMAND=/home/seiti/devel/netExtenderClient/netExtender
$COMMAND "$@"</pre>
<p>Basta agora dar permissão de execução e correr pro abraço:<br />
<code><br />
./netExtender.sh -u usuario -p 'senha' -d example.com vpn.example.com:1234<br />
</code></p>
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		<title>Desligando o automount no Ubuntu</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2010/desligando-o-automount-no-ubuntu</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2010/desligando-o-automount-no-ubuntu#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 16:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu cartão micro SD de 16GB resolveu deixar de funcionar. Embora ele possa ser aberto e eu até consiga listar o primeiro nível de diretórios, não há jeito de abrir arquivos, ou mesmo copiar muitos deles. Sorte que, salvo algumas &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2010/desligando-o-automount-no-ubuntu">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu cartão micro SD de 16GB resolveu deixar de funcionar. Embora ele possa ser aberto e eu até consiga listar o primeiro nível de diretórios, não há jeito de abrir arquivos, ou mesmo copiar muitos deles. Sorte que, salvo algumas fotos recentes, quase todos os arquivos eu tenho guardado no HD ou no Google ou no Flickr.</p>
<p>A parte chata é tentar desmontar, no Ubuntu,  o cartão. Como o cartão estava com defeito o gnome travava e era preciso matar uns processos. A fato é que não conseguia desmontar o cartão, que era montado automaticamente. E eu precisava dele desmontado, mas inserido no sistema, para tentar rodar um <em>dosfsck</em> ou  uma formatação.</p>
<p>A solução foi desligar o automount do Ubuntu 9.10 &#8211; Karmic Koala. Como? Assim:</p>
<pre class="brush: plain; title: ; notranslate">
gconftool-2 --type bool --set /apps/nautilus/preferences/media_automount false
</pre>
<p>E pronto! Pena que o cartão não teve jeito. RIP, cartão de 16GB&#8230;
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		</item>
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		<title>DSpace em um CentOS 5.3</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2009/dspace-em-um-centos-5-3</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/dspace-em-um-centos-5-3#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 03:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=677</guid>
		<description><![CDATA[Novamente estou eu implantando o DSpace em um servidor Linux, desta vez um CentOS 5.3, um sistema operacional baseado nos pacotes disponibilizados pelo Red Hat Linux. Mas desta vez é a versão 1.5, ao invés da 1.4. Hora de desbravar &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/dspace-em-um-centos-5-3">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novamente estou eu implantando o DSpace em um servidor Linux, desta vez um CentOS 5.3, um sistema operacional baseado nos pacotes disponibilizados pelo Red Hat Linux. Mas desta vez é a versão 1.5, ao invés da 1.4. Hora de desbravar <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/resolvendo-o-problema-da-busca-no-dspace">novos</a> <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/bug-no-plugin-de-estatisticas-do-uminho-para-o-dspace">bugs</a>&#8230;</p>
<p>O <a href="http://www.dspace.org">DSpace</a> é uma biblioteca digital, mas pode ser encarado como uma ferramenta de gestão de documentos eletrônicos. No entanto sua construção tem como objetivo organizar e tornar acessível material técnico e científico, que por sua vez são incluídos no sistema pelos próprios autores (<em>self-archiving</em>).</p>
<p>Da versão 1.4 para a versão 1.5 ocorreram inúmeras mudanças. Dentre elas a adoção do Maven, para tratar das dependências de bibliotecas Java, e o estabelecimento de uma interface XML/XSLT denominada Manakin, embora a antiga interface em JSP continue sendo distribuído e funcionando.</p>
<p>Relato aqui então particularidades da instalação com relação ao CentOS. Detalhes e uma melhor descrição da instalação podem ser vistos na <a href="http://www.dspace.org/1_5_2Documentation/">documentação oficial</a>.</p>
<p><span id="more-677"></span></p>
<p>Primeiro é necessário ter um ambiente Java. Optei pelo OpenJDK mesmo, pela facilidade de instalação e atualização. Não vi necessidade em utilizar o Sun JDK. Diferente dos Debian e Ubuntus da vida, a família Red Hat utiliza o <strong>yum</strong> para gerenciar seus pacotes. Mas seu uso é bem intuitivo para quem está acostumado com o <em>apt-get</em>:</p>
<pre class="prettyprint">yum search jdk
yum install java-1.6.0-openjdk.i386</pre>
<p>Após instalado lembre-se de verificar se tudo correu bem:</p>
<pre class="prettyprint">java -version</pre>
<blockquote><p>java version &#8220;1.6.0&#8243;<br />
OpenJDK  Runtime Environment (build 1.6.0-b09)<br />
OpenJDK Client VM (build 1.6.0-b09, mixed mode)</p></blockquote>
<p>Java instalado, vamos colocar no ar o banco de dados PostgreSQL:</p>
<pre class="prettyprint">yum search postgres
yum install postgresql-server.i386
yum install postgresql.i386</pre>
<pre class="prettyprint">service postgresql start</pre>
<p>Os arquivos de configuração do PostgreSQL ficam em <tt>/var/lib/pgsql/data/</tt>.</p>
<p>Para criar um usuário dspace e configurar sua senha no CentOS:</p>
<pre class="prettyprint">useradd dspace
passwd dspace</pre>
<p>Vamos agora habilitar o sudo para o usuário dspace, pois não gosto de ter de logar como root a todo momento</p>
<pre class="prettyprint">visudo</pre>
<p>Incluindo a seguinte linha. Estas permissões podem ser restringidas depois:</p>
<blockquote><p>dspace  ALL=(ALL)	ALL</p></blockquote>
<p>Testando o novo usuário dspace e seu acesso ao <strong>sudo</strong>:</p>
<pre class="prettyprint">su - dspace
sudo touch bla</pre>
<p>Infelizmente, ao testar o sudo, surgiu este erro:</p>
<blockquote><p>Erro: sudo must setuid root</p></blockquote>
<p>Esquisito&#8230; Parece que não configuraram direito o sudo na distribuição do CentOS. O que ocorre é que eu não podia sequer executar o binário. Resolvido com o comando</p>
<pre class="prettyprint">chmod 4111 /usr/bin/sudo</pre>
<p>Agora instalemos o <strong>tomcat</strong>:</p>
<pre class="prettyprint">yum install tomcat5</pre>
<p>Voltando um pouco ao banco de dados. Agora que temos o usuário no CentOS, vamos definir um banco de dados para ele, com as permissões necessárias.</p>
<pre class="prettyprint">root# createuser -U postgres -d -A -P dspace
dspace$ createdb -U dspace -E UNICODE dspace</pre>
<p>Não esquecer de editar o arquivo  <tt>/var/lib/pgsql/data/postgresql.conf</tt> neste trecho, habilitando o acesso via TCP:</p>
<blockquote><p>listen_addresses = &#8216;localhost&#8217;<br />
port = 5432</p></blockquote>
<p>E o arquivo <tt>/var/lib/pgsql/data/pg_hba.conf</tt>, possibilitando o acesso de usuários locais mediante senha com hash em MD5:</p>
<blockquote><p>host    all         all         127.0.0.1/32          md5</p></blockquote>
<h3>Maven 2</h3>
<p>Agora vamos baixar o Maven 2 e instalá-lo. Desta vez temos de deixar de lado o yum e suas facilidades:</p>
<pre class="prettyprint">wget http://linorg.usp.br/apache/maven/binaries/apache-maven-2.2.0-bin.zip
unzip apache-maven-2.2.0-bin.zip
sudo cp -R apache-maven-2.2.0 /usr/local/
ln -s /usr/local/apache-maven-2.2.0 /usr/local/maven</pre>
<p>Edite o <tt>~/.bashrc</tt> com o seguinte conteúdo, definindo algumas variáveis de ambiente para facilitar sua vida:</p>
<blockquote><p>export M2_HOME=/usr/local/maven<br />
export PATH=${M2_HOME}/bin:${PATH}<br />
export JAVA_HOME=/etc/alternatives/java_sdk #uso o Java Open JDK, mude esta linha caso seu JVM seja outro</p></blockquote>
<p>Recarregue o bashrc para que as variáveis de ambiente tomem efeito:</p>
<pre class="prettyprint">source ~/.bashrc</pre>
<p>Seguindo o restante das instruções do DSpace encontrei mais um problema. Após rodar o <strong>mvn package</strong> foi criado o projeto pronto para compilação e deploy. Mas ao rodar o ant, com o comando <strong>ant fresh_install</strong> foi mostrada a seguinte mensagem de erro:</p>
<blockquote><p>BUILD FAILED<br />
/home/dspace/dspace-1.5.2-release/dspace/target/dspace-1.5.2-build.dir/build.xml:88: No supported regular expression matcher found</p></blockquote>
<p>Parece que faltou ao <strong>ant</strong> alguma biblioteca, que pode ser instalado através do yum:</p>
<pre class="prettyprint">sudo yum install ant-apache-regexp</pre>
<p>Bom, mesmo assim apareceu outro erro:</p>
<blockquote><p>Interpolation failed in value of property &#8220;db.name&#8221;, there is no property named &#8220;postgres&#8221;</p></blockquote>
<p>Que interpretei como algum problema na geração do <strong>dspace.cfg</strong>.  Verificando o dito cujo substitui:</p>
<blockquote><p>db.name = ${postgres}</p></blockquote>
<p>por</p>
<blockquote><p>db.name = ${postgres}</p></blockquote>
<p>Segui normalmente o restante da <a href="http://www.dspace.org/1_5_2Documentation/">documentação do DSpace</a>, mas na hora de <a href="http://www.dspace.org/1_5_2Documentation/ch03.html">agendar algumas tarefas</a> no CentOS, era apresentado um erro:</p>
<pre class="prettyprint">crontab -e</pre>
<blockquote><p>cron/dspace: Permission denied</p></blockquote>
<p>O jeito foi executar o comando como <strong>root</strong>:</p>
<pre class="prettyprint">sudo crontab -e -u dspace</pre>
<p>Outro problema ocorreu com o envio de emails, que gerava o erro: <strong>javax.mail.NoSuchProviderException: smtp</strong><br />
Resolvido removendo a seguyinte biblioteca Java, que parece entrar em conflito com a contida no DSpace:</p>
<pre class="prettyprint">sudo unlink /var/lib/tomcat5/common/lib/\[javamail\].jar
sudo /etc/init.dtomcat5 restart</pre>
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		<title>Instalando PLJava no PostgreSQL</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2009/instalando-pljava-no-postgresql</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2009/instalando-pljava-no-postgresql#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 03:09:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[banco de dados]]></category>

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		<description><![CDATA[O PostgreSQL, como muitos outros bancos de dados, possibilita ao programador criar procedimentos em linguagens específicas. Entre elas o Java, ou PL/Java. Vou documentar aqui como instalei o PL/Java no Ubuntu, mas creio que as instruções aqui sejam agnósticas o &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2009/instalando-pljava-no-postgresql">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O PostgreSQL, como muitos outros bancos de dados, possibilita ao programador criar procedimentos em linguagens específicas. Entre elas o <em>Java</em>, ou <em>PL/Java</em>.</p>
<p>Vou documentar aqui como instalei o PL/Java no <strong>Ubuntu</strong>, mas creio que as instruções aqui sejam agnósticas o suficiente para servirem a outras distros. Vamos lá:</p>
<ul>
<li>Baixar o pacote do <a href="http://pgfoundry.org/projects/pljava/">PL/Java</a>.</li>
<li>Obter o pacote postgresql.jar.</li>
<li>Abrir o pacote do PL/Java.</li>
<li>Copiar o arquivo postgresql.jar no diretório criado.</li>
<li>Copiar o pljava.so para o diretório <em>/usr/lib/postgresql/8.3/lib</em></li>
<li>Editar o arquivo <tt>/etc/postgresql/8.3/main/postgresql.conf</tt>:<code>custom_variable_classes = 'pljava'</code></li>
<li>Criar e editar o arquivo <em>/etc/ld.so.confi.d/jvm.conf</em> com o seguinte conteúdo:<code class="prettyprint"><br />
/usr/lib/jvm/java-6-sun/jre/lib/i386/<br />
/usr/lib/jvm/java-6-sun/jre/lib/i386/client/<br />
</code></li>
<li> Rodar o <em>ldconfig</em>:<code class="prettyprint"><br />
sudo ldconfig<br />
</code></li>
<li> Finalmente instalar o pljava em seu banco de dados:<code class="prettyprint"><br />
sudo java -classpath ./deploy.jar:./postgresql.jar  org.postgresql.pljava.deploy.Deployer -install -database meubanco -user postgres<br />
</code></li>
</ul>
<p>PL/Java instalado no banco de dados!</p>
<p>Em caso de problemas, existe um ótmo tutorial aqui: http://eltonplima.blogspot.com/2008/11/instalando-o-pljava-no-ubuntu.html</p>
<p>Se surgir algum problema do tipo <em>undefined symbol</em>, verifique se você instalou a versão correta do pacote do PL/Java, ou uma <a href="http://pgfoundry.org/pipermail/pljava-dev/2008/001280.html">outra versão compilada do PL/Java</a>, se aparecer um erro contendo  <em>assert_enabled</em>.
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</ul>
<p><!-- Similar Posts took 3.285 ms --></p>
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		<item>
		<title>Impressora Lexmark Z645 no Ubuntu Linux</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2008/impressora-lexmark-z645-no-ubuntu-linux</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2008/impressora-lexmark-z645-no-ubuntu-linux#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 00:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[cacarecos]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[hardware]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=452</guid>
		<description><![CDATA[Comprei uma impressora baratinha da Lexmark, mas descobri que ela não tem suporte nativo do Ubuntu Edgy Eft ao Hardy Heron. Só para constar, uma multifuncional HP que eu havia testado antes foi detectada e funcionou sem nenhum problema. Parece &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/impressora-lexmark-z645-no-ubuntu-linux">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="giThumbnail aligncenter" longdesc="Impressora Lexmark Z645. Recomendo uma HP, para falar a verdade... Mais fácil de instalar e de melhor qualidade." src="../../gallery2/main.php?g2_view=core.DownloadItem&amp;g2_itemId=3085&amp;g2_serialNumber=3" alt="LexmarkZ645" width="300" height="225" /></p>
<p>Comprei uma impressora baratinha da Lexmark, mas descobri que ela não tem suporte nativo do <a href="../../wiki/UbuntuLaptop">Ubuntu Edgy Eft ao Hardy Heron</a>. Só para constar, uma multifuncional HP que eu havia testado antes foi detectada e funcionou sem nenhum problema. Parece que as HPs possuem um suporte melhor ou mais maduro, seja por parte da comunidade ou da empresa.</p>
<blockquote>
<div class="floatl">Muita gente, aqui nos comentários, parece não notar que uso <strong>Linux</strong>. Se você precisa de um driver para algum sistema <strong>Windows</strong> tente o site de <a class="ext" href="http://downloads.lexmark.com/cgi-perl/downloads.cgi?ccs=229:1:0:548:0:0">downloads da Lexmark</a>.</div>
</blockquote>
<p>Bom, a solução foi instalar pacotes que possuíssem os drivers. No site da própria Lexmark não existem drivers deste modelo para o Linux. Mas pode-se utilizar o do Z600. O arquivo está empacotado em um tarball, mas o binário correspondente está no corpo do script de instalação. E o próprio binário embutido no script está no formato RPM, fazendo com que usuários de distros baseados no Debian tenham de processar o pacote RPM através do <tt>alien</tt>, a fim de criar um pacote <a href="../../wiki/DebianLaptop">Debian</a>.</p>
<p><span class="strikethrough">Felizmente o pessoal da <a class="ext" href="http://www.indexdata.com.br/">Indexdata</a> fez todo este trabalho e disponibilizou para o pessoal baixar gratuitamente: <a class="ext" href="http://www.indexdata.com.br/Linux/Impressoras/LexMark/">http://www.indexdata.com.br/Linux/Impressoras/LexMark/</a></span></p>
<p>É só pegar os pacotes .deb e instalá-los.</p>
<p>Parece que não existem mais os pacotes Debian. Não há problema, siga as instruções do <a class="ext" href="http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=49714">Fórum do Ubuntu</a>, e depois entre com o comando:</p>
<pre>
sudo apt-get install libstdc++5
</pre>
<p>Depois entre na pasta <tt>/usr/share/cups/model/</tt> e dê o comando:</p>
<pre>
sudo ldconfig
sudo gunzip Lexmark-Z600-lxz600cj-cups.ppd.gz
</pre>
<p>Reinicie o CUPS:</p>
<pre>sudo /etc/rc2.d/S20cupsys restart</pre>
<p><span class="strikethrough">Eu ainda tive de dar o arquivo PPD aberto acima na hora de adicionar a impressora, na caixa de diálogo do Gnome. Para uma interface mais completa ao CUPS, acesse <a class="ext" href="http://localhost:631/">http://localhost:631</a> </span></p>
<p>Bom, saindo um pouco do escopo do texto, comprei recentemente um cartucho de tinta preta Extralife 4916 (número de série G680021191), pois ela vem sem cartucho preto (só colorido) e na papelaria só havia desta marca.<br />
Infelizmente a qualidade do cartucho deixou <strong>muito</strong> a desejar, falhando após a impressão de cerca de 12 folhas em duas semanas (resolvido, veja a <em>nota 2</em>).</p>
<p>E estas tais falhas da impressão significam deixar o texto ilegível. Conclusão: compre produtos originais. O barato sai muito mais caro. Na verdade acho que é melhor comprar impressoras HP mesmo.</p>
<p><strong>Notas:</strong></p>
<ol type="1">
<li> Parece que minha alegria durou pouco. Hoje, após já ter impresso várias folhas em outras ocasiões, a impressora simplesmente parou de responder aos pedidos. E quando tentei reinstalar, nem ao menos aparece na lista de impressora detectadas&#8230; <span class="strikethrough">Bom, o fato é que a impressora pifou. Tentei instalá-la no Windows XP e ele nem ao menos detecta a desgraçada. O negócio é trocá-la por uma HP.</span> A impressora voltou à vida! Deu um pau nela que precisou de um &#8220;reboot&#8221;. Foi retirá-la da tomada e recolocá-la que ela ressucitou.</li>
<li> A Extralife trocou meu cartucho ao custo do envio do cartucho para o escritório em Osasco. Na análise deles o cartucho apresentou defeito no chip. Nem tudo está perdido&#8230;</li>
</ol>
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		<title>Vivo ZAP no Ubuntu 8.10 pelo N95</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Nov 2008 13:19:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há alguns dias, finalmente instalei o Ubuntu 8.10, Intrepid Ibex, em minha máquina. Fiquei sabendo pelos posts pela internet afora como ficou fácil e simples conectar-se a internet através de um modem, celular ou smartphone. Eu já havia tentado isto &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/vivo-zap-no-ubuntu-810-pelo-n95">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns dias, finalmente instalei o Ubuntu 8.10, <em>Intrepid Ibex</em>, em minha máquina. Fiquei sabendo pelos posts pela internet afora como ficou fácil e simples conectar-se a internet através de um modem, celular ou smartphone.</p>
<p>Eu já havia tentado isto com meu celular Nokia N95, mas sem ir fundo e editar arquivos de configuração, no Hardy Heron. Sem sucesso. O caso foi <strong>bem diferente</strong> agora. Vou relatar então como realizei esta tarefa, que acabou sendo muito simples. Note que testei no Vivo ZAP, mas pelo próprio <em>wizard</em>, ou assistente de conexão, percebi que deve ser mais fácil ainda conectar-se pela Oi, Tim e Claro. Você já vai ver o porquê.</p>
<p>O primeiro passo é bem simples. Basta conectar seu N95, ou outro celular e modem, via USB no seu notebook. Surgirá a opção de sempre no seu N95 para escolher o tipo de conexão. Escolha <strong>PC Suite</strong>. Aparecerá automaticamente a seguinte mensagem em seu desktop:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3565821530/" title="Blog assorted pics by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3313/3565821530_d900f4eea7.jpg" width="439" height="162" alt="Blog assorted pics" /></a></p>
<p>Ao iniciar a configuração, seguirá um assistente, ou <em>wizard</em>. Basta seguir o assistente <em>a la windows</em>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3565821614/" title="Blog assorted pics by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3602/3565821614_8682852955.jpg" width="500" height="467" alt="Blog assorted pics" /></a></p>
<p>Minha surpresa foi observar a tela abaixo. Já existem configurações prontas para alguns provedores de telefonia celular brasileiros. É claro que, pelos poderes de Murphy, meu provedor não estava no meio. A Vivo.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3565821670/" title="Blog assorted pics by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2463/3565821670_502f2f6c2a.jpg" width="500" height="466" alt="Blog assorted pics" /></a></p>
<p>Selecionei a Claro mesmo e concluí o assistente, nomeando a conexão criada como Vivo ZAP.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3565003571/" title="Blog assorted pics by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3307/3565003571_9381bd9aea.jpg" width="339" height="157" alt="Blog assorted pics" /></a><br />
Logo a seguir abri o editor de conexões para acertar a configuração para usar o Vivo ZAP.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3565821794/" title="Blog assorted pics by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2483/3565821794_24aeb732ef.jpg" width="270" height="180" alt="Blog assorted pics" /></a></p>
<p>As telas abaixo dispensam comentários.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3565821860/" title="Blog assorted pics by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3614/3565821860_da98631d19.jpg" width="470" height="384" alt="Blog assorted pics" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3565003799/" title="Blog assorted pics by Seiti Yamashiro, on Flickr"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3310/3565003799_e395ac161b.jpg" width="373" height="500" alt="Blog assorted pics" /></a><br />
E lembrando que o usuário é <strong>vivo</strong> e a senha é <strong>vivo</strong>. E é isto. Tudo funcionando!
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		<title>Subversion no Qnap TS-109</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2008/subversion-no-qnap-ts-109</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 02:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[nas]]></category>
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		<description><![CDATA[Após comprar meu NAS Qnap TS-109 e fuçar suas configurações, dar uma olhada no sistema de arquivos, ligar o MySQL, o FTP e o Apache, percebi que seria uma boa configurar um servidor Subversion nele. Após consultar o Oráculo encontrei &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/subversion-no-qnap-ts-109">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após comprar meu <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/nas-qnap-ts-109-turbo-station">NAS Qnap TS-109</a> e fuçar suas configurações, dar uma olhada no sistema de arquivos, ligar o MySQL, o FTP e o Apache, percebi que seria uma boa configurar um servidor <em>Subversion</em> nele.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3004619284/"><img class="alignnone" title="NAS Qnap" src="http://farm4.static.flickr.com/3003/3004619284_3d9dea7947_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<p>Após consultar o <a href="http://www.google.com">Oráculo</a> encontrei dois sites muito úteis: o <a href="http://wiki.qnap.com">Wiki</a> e o <a href="http://forum.qnap.com">Fórum</a> da Qnap.Visitando o fórum percebi que existe uma maneira bem prática de se instalar um aplicativo qualquer no NAS. É só usar o <a href="http://www.handhelds.org/moin/moin.cgi/Ipkg">IPKG</a>.</p>
<p>O ipkg é um gerenciador de pacotes no estilo <em>apt-get</em> e <em>yum</em>, mas voltado para dispositivos móveis. Como a arquitetura do meu NAS é <strong>ARM</strong>, similar aos <em>handhelds</em> que comumente rodam o ipkg, a própria Qnap adicionou suporte à este gerenciador de pacotes, denominando o pacote QPKG.</p>
<p>Para adicionar suporte ao ipkg foi bem simples, foi só <a href="http://www.qnap.com/download_detail.asp?pl1=download.asp%3Fpl%3D1&amp;p_mn=TS-109+Pro&amp;Keypl=1&amp;pl=1&amp;ct_name=Latest">atualizar o firmware</a> do NAS, e depois seguir as instruções que o próprio site da <a href="http://www.qnap.com/pro_features_QPKG.asp">Qnap oferece</a>.</p>
<p><a href="http://seiti.eti.br/blog/fotos?g2_itemId=5795"><img class="alignnone" title="QKPG" src="http://seiti.eti.br/gallery2/main.php?g2_view=core.DownloadItem&amp;g2_itemId=5796&amp;g2_serialNumber=6&amp;g2_GALLERYSID=5a994d495664f7f37b4075065ced2a4f" alt="" width="150" height="94" /></a></p>
<p>Instalado o QPKG, ficou bem simples instalar o Subversion:</p>
<pre>#ipkg update
#ipkg install svn</pre>
<p><a href="http://seiti.eti.br/blog/fotos?g2_itemId=5799"><img class="alignnone" title="SVN com IPKG" src="http://seiti.eti.br/gallery2/main.php?g2_view=core.DownloadItem&amp;g2_itemId=5800&amp;g2_serialNumber=6&amp;g2_GALLERYSID=5a994d495664f7f37b4075065ced2a4f" alt="" width="150" height="94" /></a></p>
<p>E está instalado!</p>
<h3>Repos</h3>
<p>Instalado o Subversion, criei um diretória para conter o repositório que guardará meus dados. Para isto basta criar um <em>Network Share</em>,  que chamei de  <strong>Repos</strong>. Para criar basta entrar na página web do seu NAS e ir em <em>Administration → Network Share Management</em>. Por que não direto no shell? É por que os diretórios criados pela interface do NAS ficam disponíveis para o FTP, backup, Web File Manager, ACLs, sem dores de cabeça. Os diretórios criados assim ficam disponíveis como links simbólicos em <tt>/share.</tt></p>
<p>Criado o diretório, foi só transformá-lo em um repositório SVN:</p>
<pre>#svnadmin create /share/Repos</pre>
<h3>Daemon</h3>
<p>Falta apenas ligar um <em>daemon</em> para que o SVN fique ativo a cada reboot. Para que isto funcione, criei um <a href="http://wiki.qnap.com/wiki/Autorun.sh">script autorun.sh</a> no diretório de configuração do NAS. Este diretório reside na memória flash do danado, então é necessário montá-lo, criar o script, tornar o script executável, desmontá-lo. E foi o que fiz:</p>
<pre># mount -t ext2 /dev/mtdblock5 /tmp/config
# vi /tmp/config/autorun.sh</pre>
<p>Editei o arquivo com o <em>Vi</em>, inserindo  o seguinte <a href="http://forum.qnap.com/viewtopic.php?f=124&amp;t=7528">conteúdo</a>:</p>
<pre>#!/bin/sh

#sym-link /opt to /opt
rm -rf /opt
ln -sf /share/MD0_DATA/.qpkg/Optware /opt

#export PATH
export PATH='/bin:/sbin:/usr/bin:/usr/sbin:/usr/bin/X11:/usr/local/sbin/opt/bin:/opt/sbin'

#run Optware packages start scripts
for optscript in `ls /opt/etc/init.d/S* | grep -v '~' | sort`
${optscript}
done</pre>
<pre># chmod +x /tmp/config/autorun.sh
# umount /tmp/config</pre>
<p>Isto faz com que quaisquer scripts que residam em <tt>/opt/etc/init.d/</tt>, e cujo nome comece com <strong>S</strong>, sejam rodados em ordem alfanumérica.</p>
<p>Só faltou criar o script que inicia o daemon do SVN:</p>
<pre>#mkdir /opt/etc/init.d
#vi /opt/etc/init.d/S01svnserve</pre>
<p>Com o seguinte conteúdo:</p>
<pre>/opt/bin/svnserve -d -r /share/Repos</pre>
<p>Testei em meu laptop com um:</p>
<pre>svn list svn://IPdoNAS/</pre>
<p>E tudo ok!</p>
<h3>Fechando</h3>
<p>O Qnap TS-109 me surpreendeu por sua flexibilidade. Muitos dispositivos por aí rodam com Linux embarcado, mas poucos se preocupam em oferecer ao usuário a possibilidade de extrair mais deste excelente SO, não se diferenciando de produtos que rodam com SO proprietário.</p>
<p>Mas o TS-109 é uma exceção. Só o fato de disponibilizar os pacotes <a href="http://www.nslu2-linux.org/">Optware</a> através do ipkg já se abrem as portas para inúmeros aplicativos, dentre eles o Subversion.
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		<title>NAS Qnap TS-109 Turbo Station</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 04:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo eu pensava e ter uma solução para armazenar meus arquivos: músicas, fotos e documentos, uma solução que fosse prática e que tivesse mais funções que apenas um HD externo para backup. Eu já havia pesquisado sobre Network &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/nas-qnap-ts-109-turbo-station">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3004069264/"><img class="alignnone" title="Caixa" src="http://farm4.static.flickr.com/3153/3004069264_799c701919_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<p>Há muito tempo eu pensava e ter uma solução para armazenar meus arquivos: músicas, fotos e documentos, uma solução que fosse prática e que tivesse mais funções que apenas um HD externo para <em>backup</em>. Eu já havia pesquisado sobre Network Attached Storage &#8211; NAS, mas no Brasil isto é bem difícil de se encontrar, ao menos para o usuário doméstico.</p>
<h3>Achei!! Oh não!</h3>
<p>Mas então li um artigo na coluna do Flávio Xandó, no <a href="http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=242567">Fórum PCs</a>, sobre o  <a title="Street Fighter II' Turbo Hyper Fighting" href="http://www.qnap.com/pro_detail_feature.asp?p_id=78">Qnap TS-109 Turbo Station</a> e fiquei bastante ansioso em adquirir o produto. Entrei em contato com o pessoal da <a href="http://www.almac.com.br/">Almac</a>, que são os revendedores da marca no Brasil, e, levado pela atenção e cuidados que eles tinham comigo, possível cliente, comprei o produto.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3003729345/"><img class="alignnone" title="Qnap TS-109" src="http://farm4.static.flickr.com/3202/3003729345_c5e70d4ab9_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<p>Após o pagamento, já tendo sido alertado que demoraria cerca de 7 dias úteis para a chegada da encomenda, iniciou-se minha espera. Bom, passados os 7 dias, entrei novamente em contato, e a atenção que eles haviam tido comigo antes da compra havia caído pela metade&#8230; Sempre simpáticos, seja via telefone ou email, mas agora demoravam mais a responder. Para alguém que já havia pago e estava esperando já há uns 15 dias isso não era nada animador. Um geek esperando um <em>gadget</em> é uma criatura muito ansiosa&#8230;</p>
<p>Mas após mais de mês de espera, algumas ligações, emails enviados, finalmente chega o bendito!! \o\|o|/o/<br />
E valeu cada dia de espera! Obrigado ao Roberto e à Priscila da Almac, que sempre me atenderam bem.</p>
<h3>Funções mil</h3>
<p>O TS-109 me surpreendeu. Apesar da velocidade não ser <em>excelente</em>, as funcionalidades que ele entrega são <strong>muitas</strong>. Vamos ver:</p>
<ul>
<li>FTP;</li>
<li>SSH;</li>
<li>Servidor HTTP;</li>
<li>MySQL;</li>
<li>PHP (pena não ser o 5);</li>
<li>UPnP DNLA (eu nem sabia o que era isso);</li>
<li>sistema de gerenciamento de downloads via http, ftp e bittorrent!;</li>
<li>CIFS/SMB (faltou, ou não achei, suporte a NFS);</li>
<li>e muitas ferramentas que uma distro Linux dispõem: contas de usuários, quotas, etc.</li>
</ul>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3004569712/"><img class="alignnone" title="Qnap TS-109" src="http://farm4.static.flickr.com/3136/3004569712_ff8ecb7cfc_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<p>A instalação é bem simples: abrir, colocar o HD, fechar, plugar os cabos de força e rede e apertar o botão de ligar.</p>
<p>Ok, precisa de um micro com Windows ou Mac OS para rodar o software de instalação. Este software  busca o aparelho na rede e realiza algumas tarefas, que acredito serem particionar o HD, formatar (em Ext3) e instalar o SO a partir do firmware.</p>
<p>Depois disto todas as funcionalidades ficam disponíveis na interface administrativa via navegador.  A interface é bem simples, embora eu ache que os ícones utilizados <a href="http://www.cnet.com.au/desktops/storage/0,239029473,339288795,00.htm">não sejam muito felizes</a>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3004572268/"><img class="alignnone" title="Qnap TS-109" src="http://farm4.static.flickr.com/3186/3004572268_1fbfeeaac4_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<h3>DNLA e UPnP</h3>
<p>Bom, minha primeira tarefa foi verificar as funções relacionadas com multimídia. Após algumas <strong>horas</strong> carregando minhas dezenas de gigabytes de fotos e músicas, liguei o famigerado servidor <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DLNA">DLNA</a></em>.  Descobri então que o TS-109 utiliza o <a href="http://www.twonkyvision.com/">Twonky Media</a> como servidor de conteúdo multimídia.</p>
<p>O Twonky Media (que nomezinho, não?) analisa os arquivos em um diretório pré-definido (<tt>/Qmultimedia</tt>) em busca de <strong>metadados</strong> (coisas como tags ID3), criando um índice. Como testar este servidor multimídia agora?</p>
<p>Bom, saquei meu N95 e perguntei ao <a href="http://www.fwrnando.com/blog/2008/dlna-on-the-n95/">Oráculo</a>. Hmm&#8230; Basta ir, no smartphone, em <em>Ferramentas</em> → <em>Conectividade</em> → <em>Mídia Local</em>.<br />
Surgirá um <em>Wizard</em> com perguntas básicas, e, magicamente, você terá acesso aos arquivos no TS-109, a partir do celular!</p>
<p>Animado com isto, pensei em testar em mais alguma coisa. Pensei então no Amarok. Infelizmente não deu (<a href="http://mail.kde.org/pipermail/amarok/2008-March/005526.html">por enquanto</a>). Bom, então que tal o Rhythmbox? Este foi fácil Foi só ligar que ele já estava lá:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3004763430/"><img class="alignnone" title="Qnap TS-109 DLNA UPnP Testing on Rhythmbox" src="http://farm4.static.flickr.com/3197/3004763430_91653d5c4a_m.jpg" alt="" width="240" height="165" /></a></p>
<p>Veja no cantinho um ícone de um servidor chamada NUMENOR. Foi só clicar nele que surgiram as listas de álbuns/músicas que aparecem na imagem. =)</p>
<p>Meu próximo passo será testar alguma aplicação web usando a pilha <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LAMP">LAMP</a>. No manual consta a instalação automática do Joomla. Mas isto fica pra outro post.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/seiti/3004619284/"><img class="alignnone" title="Qnap TS-109" src="http://farm4.static.flickr.com/3003/3004619284_3d9dea7947_m.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<h3>Fechando</h3>
<p>O Qnap TS-109 é um NAS pequeno, cabe em qualquer canto, não aquece muito e tem um desenho bem limpo. Ele fica bem em cima da sua mesa, sem incomodar, pois não tem ventoinhas para fazerem barulho.</p>
<p>Possui muitas funções prontas para uso. Requer um pouco de conhecimentos de rede e sistemas Linux para poder usufruir de tudo que ele oferece, mas a interface web ajuda bastante na tarefa.</p>
<p>É uma ótima aquisição para os que buscam algo a mais, muito mais na verdade, que apenas um HD externo do tipo <strong><a href="http://www.wdc.com/en/products/index.asp?cat=8">WD My Book</a></strong>, e recomendo a todos os fuçadores de plantão.</p>
<p>Um computador dedicado teria todas estas funções, mas não seria tão prático, pequeno, silencioso e econômico no consumo de energia.
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</ul>
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		<title>Ubuntu 8.10 Intrepid Ibex!</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2008/ubuntu-810-intrepid-ibex</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 18:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançado hoje a nova versão do Ubuntu: Cabrito Montês Intrépido! Fiquei bastante interessado no suporte melhorado aos modems 3G&#8230; Vamos ver se coloco no meu Eee PC. Netbook sem net não dá =) Mais informações: http://www.ubuntu.com/products/whatisubuntu/810features/ Posts relacionados Ubuntu &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/ubuntu-810-intrepid-ibex">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Ubuntu" src="http://www.ubuntu.com/products/whatisubuntu/810features/images/ubuntulogo.png" alt="" width="202" height="55" /></p>
<p>Foi lançado hoje a nova versão do <strong>Ubuntu</strong>: <em>Cabrito Montês Intrépido</em>!</p>
<p>Fiquei bastante interessado no suporte melhorado aos modems 3G&#8230; Vamos ver se coloco no meu Eee PC. Netbook sem net não dá =)</p>
<p>Mais informações: http://www.ubuntu.com/products/whatisubuntu/810features/
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		<title>Ubuntu Intrepid Ibex vai à Beta!</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 20:40:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu a versão beta do novo Ubuntu, Intrepid Ibex! Ubuntu 8.10 Desktop Edition delivers the features you need for an increasingly mobile digital life, including 3G wireless support and guest sessions that lets users temporarily share computers without compromising security. &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/ubuntu-intrepid-ibex-vai-a-beta">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin: 4pt 4pt" title="Ubuntu" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:wV48Lajq1peCDM:http://www.kbglob.com/fotos/ubuntu_5.11.jpg" alt="" width="130" height="110" /></p>
<p>Saiu a versão beta do novo Ubuntu,  Intrepid Ibex!</p>
<blockquote><p>Ubuntu 8.10 Desktop Edition delivers the features you need for an<br />
increasingly mobile digital life, including 3G wireless support and<br />
guest sessions that lets users temporarily share computers without<br />
compromising security.</p></blockquote>
<p>Para quem quiser arriscar: <a href="http://www.ubuntu.com/testing/intrepid/beta">http://www.ubuntu.com/testing/intrepid/beta</a>.</p>
<p>Espero que o problema que simplesmente <strong><a href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/linux/+bug/263555">matava</a></strong> algumas placas gigabit Intel tenha sido sanado&#8230;
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		<title>Ubuntu 8.04.1 lançado hoje</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 02:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[hardy heron]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=39</guid>
		<description><![CDATA[Lançaram a primeira versão de manutenção do Hardy. Pensem nele como um service pack. Quem for instalar o Ubuntu em alguma máquina, sugiro baixar esta nova versão, para evitar um longo e demorado update logo após a instalação&#8230; The Ubuntu &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/ubuntu-8041-lancado-hoje">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lançaram a primeira versão de manutenção do <strong>Hardy</strong>. Pensem nele como um <em>service pack</em>.<br />
Quem for instalar o Ubuntu em alguma máquina, sugiro baixar esta nova versão, para evitar um longo e demorado update logo após a instalação&#8230;</p>
<blockquote><p>The Ubuntu team is proud to announce the release of Ubuntu 8.04.1 LTS, the<br />
first maintenance update to Ubuntu&#8217;s 8.04 LTS release.</p>
<p>In all, over 200 updates have been integrated, and updated installation<br />
media has been provided so that fewer updates will need to be downloaded<br />
after installation.  These include security updates and corrections for<br />
other high-impact bugs, with a focus on maintaining stability and<br />
compatibility with Ubuntu 8.04 LTS.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.ubuntu.com/getubuntu/download">http://www.ubuntu.com/getubuntu/download</a>
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		</item>
		<item>
		<title>eeeXubuntu no Asus Eee PC</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2008/eeexubuntu-no-asus-eee-pc</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2008/eeexubuntu-no-asus-eee-pc#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 00:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=455</guid>
		<description><![CDATA[Adquiri recentemente um AsusEeePC e apesar do sistema instalado ser razoavelmente bem acabado, o XandrOS, me senti um pouco amarrado, seja pela falta de softwares nos repositórios oficiais, seja pelo KDE (prefiro o estilo Gnome). Decidi então testar o Xubuntu, &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/eeexubuntu-no-asus-eee-pc">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="../../gallery2/main.php?g2_view=core.DownloadItem&amp;g2_itemId=3182&amp;g2_serialNumber=3" alt="AsusEeePC e Toshiba 14 polegadas 2" width="300" height="225" /></p>
<p>Adquiri recentemente um <a href="../../wiki/AsusEeePC">AsusEeePC</a> e apesar do sistema instalado ser razoavelmente bem acabado, o <a class="ext" href="http://www.xandros.com/">XandrOS</a>, me senti um pouco amarrado, seja pela falta de softwares nos repositórios oficiais, seja pelo KDE (prefiro o estilo Gnome).</p>
<p>Decidi então testar o Xubuntu, que tem o XFCE como <em>desktop environment</em>, além de compartilhar com o Ubuntu a vasta gama de softwares contidos em seus repositórios.</p>
<p>Existe um site dedicado àqueles que tem um Eee PC, o <a class="ext" href="http://www.eeeuser.com/">http://www.eeeuser.com</a>, além de alguns projetos que objetivam modificar distribuições linux para que sirvam perfeitamente no Eee.</p>
<h2>Criando um Live <span class="strikethrough">CD</span> USB flash drive</h2>
<p><img src="../../gallery2/main.php?g2_view=core.DownloadItem&amp;g2_itemId=3207&amp;g2_serialNumber=3" alt="live_flash_drive" width="300" height="124" /><br />
Para criar um <em>bootable USB flash drive</em> é preciso:</p>
<ul>
<li> um USB flash drive, é claro (também chamado de pendrive)</li>
<li> os arquivos a serem colocados no pendrive</li>
<li> o <strong>syslinux</strong>, um <em>bootloader</em> que opera a partir de um sistema de arquivos FAT (basta instalar o pacote <tt>syslinux</tt>).</li>
</ul>
<p>Com o pendrive na mão, o primeiro passo é baixar o <a class="ext" href="http://wiki.eeeuser.com/ubuntu:eeexubuntu:home">eeeXubuntu</a>. Com a ISO em seu disco, monte-o como <em>loop device</em>:</p>
<pre>sudo mount eeeXubuntu.iso /cdrom/ -o loop</pre>
<p>Isto fará com que o conteúdo da ISO fique disponível no diretório <tt>/cdrom</tt>. A alternativa é queimar um CD usando a ISO.</p>
<p>Depois basta entrar no diretório <tt>/cdrom</tt> e executar o <em>script</em> <tt>mkusbinstall.sh</tt>:</p>
<pre>sudo /cdrom/mkusbinstall.sh --autodetect</pre>
<h2>Sistema funcional</h2>
<p>Para aqueles que usam Windows, ainda acostumados a caçar <em>drivers</em> pela internet afora, o Xandros funcionou com o <a href="../../wiki/VivoZap">VivoZap</a>. Bastou plugar, configurar uma conexão <em>dialup</em>, informando o número a ser discado, nome de usuário e senha, e pronto!</p>
<p>Tenha em mãos um pendrive de pelo menos 1GB e siga as instruções. Será necessário marcar o pendrive como um <strong>dispositivo de boot</strong>. Para isto eu utilizei o Gparted.</p>
<p>Durante a criação do Live USB flash drive, surgiram para mim montes de mensagens do tipo:</p>
<pre>cp: failed to preserve ownership for `/media/usbdev.Jp7694/install/sbm.bin': Operation not permitted</pre>
<p>Mas elas podem ser ignoradas. Agora basta plugar o flash drive no seu  Asus Eee PC, ligá-lo e segurar o <kbd>ESC</kbd> até surgir uma tela de escolha de dispositivo de boot. Faça a escolha apropriada e aguarde o Xubuntu carregar!</p>
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		<title>Window Maker</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2008/window-maker</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 04:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[UI]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=545</guid>
		<description><![CDATA[Gerenciador de janelas oficial do projeto GNUStep. é leve, prático e fácil de utilizar. É baseado no NEXTStep, sistema criado por Steve Jobs em sua empresa NEXT, criada após sua saída da Apple. Eu gosto muito dele, principalmente em computadores &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2008/window-maker">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gerenciador de janelas oficial do projeto GNUStep. é leve, prático e fácil de utilizar. É baseado no NEXTStep, sistema criado por Steve Jobs em sua empresa NEXT, criada após sua saída da Apple.</p>
<p>Eu gosto muito dele, principalmente em computadores menos robustos. No momento estou utilizando um Pentium 4 1.8GHz com 621MB de RAM. Usando o Gnome + Firefox + Eclipse + PGAdmin III + LAMP + pequenos aplicativos o consumo de RAM estava em 90% + uns 500MB de swap.</p>
<p>Utilizando o <a href="../../wiki/WindowMaker">WindowMaker</a> estou consumindo 120MB de swap, com a diferença eu ter ligado o Gimp e vários desklets além de tudo citado acima.<br />
Um aspecto legal é que o projeto foi criado por um brasileiro: o Alfredo Kojima.<br />
Um aspecto não tão legal é que o projeto anda meio parado. A última versão, a 0.92, data de 2005. Talvez seja hora de usar o Xubuntu.</p>
<p>Referências:</p>
<ul>
<li><a class="ext" href="http://www.windowmaker.info/">Site oficial</a></li>
</ul>
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		<title>MPlayer e Compiz Fusion no Ubuntu</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2007/mplayer-e-compiz-fusion-no-ubuntu</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2007/mplayer-e-compiz-fusion-no-ubuntu#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 00:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[mplayer]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Caso você use, como eu, o Ubuntu em seu computador e tenha habilitado o Compiz Fusion (no menu: Aparência-&#62;Efeitos Visuais) poderá notar que o mplayer não roda como deveria. Ocorre um efeito de cintilamento, ou flickering, principalmente quando a janela &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2007/mplayer-e-compiz-fusion-no-ubuntu">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caso você use, como eu, o <strong>Ubuntu</strong> em seu computador e tenha habilitado o <em>Compiz Fusion</em> (no menu: Aparência-&gt;Efeitos Visuais) poderá notar que o mplayer não roda como deveria.</p>
<p>Ocorre um efeito de cintilamento, ou <em>flickering</em>, principalmente quando a janela do mplayer fica logo acima de alguma outra janela. Outro problema ocorre ao arrastarmos a janela do mplayer: a janela vai, mas o vídeo <strong>fica</strong>.</p>
<p>Para solucionar isto, basta clicar com o botão direito do mouse na janela do mplayer e entrar n configuração de preferências. Na aba de vídeo mude o driver para o <strong>x11</strong>.</p>
<p>O problema é que agora, ao ampliarmos a janela, o vídeo permanece do mesmo tamanho, não acompanhando o tamanho da janela. É preciso habilitar o <em>zoom</em>. Para isto abra um terminal de linha de comando (ou então apenas pressione <kbd class="keys">Alt</kbd> + <kbd class="keys">F2</kbd>) e entre com o comando:</p>
<pre>echo "zoom=yes" &gt;&gt; ~/.mplayer/config</pre>
<p>Pronto! Isto é apenas outra maneira de incluir a linha <em>zoom=yes</em> no arquivo <tt>~/.mplayer/config</tt>. Se quiser utilize um editor de textos.</p>
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		<title>Problemas com o Hibernate</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2007/problemas-com-o-hibernate</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2007/problemas-com-o-hibernate#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2007 01:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[hibernate]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=458</guid>
		<description><![CDATA[Ao testar a opção de hibernar, o sistema apenas tentou gravar as informaçõe da RAM na partição swap. Tentou e não conseguiu, pois eu estava sem swap. Fui verificar e realmente o swap acusava zero de espaço livre. Fui ver &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2007/problemas-com-o-hibernate">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao testar a opção de <strong>hibernar</strong>, o sistema apenas tentou gravar as informaçõe da <strong>RAM</strong> na partição <em>swap</em>. Tentou e não conseguiu, pois eu estava sem swap. Fui verificar e realmente o swap acusava zero de espaço livre.</p>
<p>Fui ver o <tt>/etc/fstab</tt> e parecia que estava ok. Usando o <em>Gnome Partition Editor</em> dava pra ligar o swap (<tt>swapon</tt>), mas não usando o terminal, através do comando <tt>swapon -s</tt>.</p>
<p>O caso é que a entrada da partição swap no fstab estava errada. O <strong>UUID</strong> estava com um valor diferente do indicado pelo comando <tt>vol_id</tt>.</p>
<p>Através de uma busca no google encontrei isto: <a class="ext" href="https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+bug/105490">https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+bug/105490</a></p>
<p>Bom, basicamente é o seguinte. Encontre qual o dispositivo associado à sua partição swap:</p>
<pre class="code">sudo fdisk -l</pre>
<p>No meu caso é o <tt>/dev/sda7</tt>. Então veja qual o UUID dele executando o seguinte comando em um terminal:</p>
<pre class="code">sudo vol_id /dev/sda7</pre>
<p>Algo parecido com isto será mostrado:</p>
<pre class="code">ID_FS_USAGE=other
ID_FS_TYPE=swap
ID_FS_VERSION=2
ID_FS_UUID=9c465eac-fb28-4ead-a3dd-8b364da88a4e
ID_FS_LABEL=
ID_FS_LABEL_SAFE=</pre>
<p>Pegue o UUID correto mostrado e coloque nos arquivos <tt>/etc/fstab</tt> e <tt>/etc/initramfs-tools/conf.d/resume</tt>.</p>
<p><tt>/etc/initramfs-tools/conf.d/resume</tt>:</p>
<pre class="code">RESUME=UUID=9c465eac-fb28-4ead-a3dd-8b364da88a4e</pre>
<p><tt>/etc/fstab</tt>:</p>
<pre class="code">UUID=9c465eac-fb28-4ead-a3dd-8b364da88a4e none            swap    sw              0       0</pre>
<p>Agora execute o comando:</p>
<pre  class="code">sudo update-initramfs -u</pre>
<p>Após um tempinho, o initram é atualizado e tudo funcionará.
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		<title>Consertando o GRUB</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 22:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Como sempre ocorre, acabei ficando sem espaço em meu disco rígido. Resolvi então diminuir o espaço dado ao Windows no sistema (qualquer dia eu apago de vez, mas ainda quero jogar GP Legends&#8230;) usando o Ubuntu 6.10 LTS Live CD &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2007/consertando-o-grub">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como sempre ocorre, acabei ficando sem espaço em meu disco rígido. Resolvi então diminuir o espaço dado ao Windows no sistema (qualquer dia eu apago de vez, mas ainda quero jogar GP Legends&#8230;) usando o Ubuntu 6.10 LTS Live CD e o <strong>Gparted</strong>.</p>
<p>O melhor a fazer com o Gparted é realizar uma ação por vez. Diminui a partição em 10GB do Windows e criei uma nova no sistema de arquivos <tt>ext3</tt> com o espaço criado. <strong>Reboot!</strong> Ops&#8230;</p>
<p>O sistema deixou de subir, mostrando uma mensagem de erro do <strong>GRUB</strong> bem elucidativa: <tt>ERROR</tt></p>
<p>O fato é que com a movimentação nas partições, os números que as identificam também mudaram. Eu precisava então fazer algumas coisas:</p>
<ol type="1">
<li> descobrir a nova numeração;</li>
<li> atualizar o GRUB na MBR;</li>
<li> atualizar o arquivo <tt>/boot/grub/menu.lst</tt>.</li>
</ol>
<p>Solução: usar novamente o Ubuntu Live CD.</p>
<p>Após carregar o sistema do CD, abri um terminal e montei o sistema de arquivos da partição onde se encontrava o Linux, com o seguinte comando:</p>
<p><!--start GeSHi--></p>
<div style="font-family: monospace;">sudo mount -o dev /dev/sda5 /media</div>
<p><!--end GeSHi--></p>
<p>Isto monta a partição raiz do Linux do disco rígido no diretório <tt>/media</tt>. Eu soube que era <tt>/dev/sda5</tt> através do Gparted.</p>
<p>Entrei no diretório <tt>/media</tt> e executei o GRUB, o que abriu seu próprio prompt, :</p>
<p><!--start GeSHi--></p>
<div style="font-family: monospace;">$&gt;sudo grub</p>
<p>grub&gt;</p>
</div>
<p><!--end GeSHi--></p>
<p>Neste prompt procurei então pela nova denominação da partição</p>
<p><!--start GeSHi--></p>
<div style="font-family: monospace;">grub&gt;find /boot/grub/stage1</div>
<p><!--end GeSHi--></p>
<p>O que devolveu:</p>
<p><!--start GeSHi--></p>
<div style="font-family: monospace;">(hd0,4)</div>
<p><!--end GeSHi--></p>
<p>Ah ha! Agora é so consertar o GRUB, configurando corretamente em que partição se encontram seus binários e arquivos de configuração:</p>
<p><!--start GeSHi--></p>
<div style="font-family: monospace;">grub&gt;root (hd0,4)<br />
grub&gt;setup (hd0)<br />
grub&gt;quit</div>
<p><!--end GeSHi--></p>
<p>Agora o sistema irá ligar e deixar de emitir o erro do GRUB, MAS&#8230;. Ainda falta atualizar o arquivo de listagem do boot. Executei então o comando:</p>
<p><!--start GeSHi--></p>
<div style="font-family: monospace;">$&gt;sudo gedit /media/boot/grub/menu.lst</div>
<p><!--end GeSHi--></p>
<p>E troquei todas as instâncias em que estavam escritas <strong>(hd0,6)</strong> por <strong>(hd0,4)</strong>, que é a nova numeração da partição.</p>
<p>E agora que consegui entrar no Ubuntu vou atualizá-lo para o <em>Feisty Fawn</em>! =)</p>
<p>Nota: o comando para saber o UUID de uma determinada partição é <tt>vol_id &lt;device&gt;</tt>.
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		<title>Ubuntu 6.06 Dapper Drake num Laptop Sharp</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 04:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Um amigo meu tem um notebook ultra-portátil da Sharp, o PC-MR80J, com tela de 10 polegadas. Diminuto e super leve! Mas ele foi comprado no Japão e ele instalou o Windows XP brasileiro na pobre máquina. Como nada funcionava direito, &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2007/ubuntu-606-dapper-drake-num-laptop-sharp">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um amigo meu tem um notebook ultra-portátil da Sharp, o PC-MR80J, com tela de 10 polegadas. Diminuto e super leve! Mas ele foi comprado no Japão e ele instalou o Windows XP brasileiro na pobre máquina. Como nada funcionava direito, reinstalamos o Windows, agora o XP SP2.</p>
<p>Ocorreram alguns problemas: o som não funcionava e a rede sem fio tampouco. Encontrei o driver para rede wi-fi e pude acessar a internet pelo roteador sem fio. Mas faltava o som.</p>
<p>Após encontrar o driver correto para a placa de som, ele foi instalado e tudo correu bem. O som funcionava, <strong>MAS</strong> a rede parou de funcionar. Nem a com fio nem a sem fio. Após quebrar a cabeça por um tempo tentando sanar o problema, resolvi testar o <em>live cd</em> do Ubuntu Dapper Drake que tenho guardado. E não é que TUDO funcionou sem problemas?</p>
<p>Convenci-o a usar o novo SO. Mais um usuário linux no mundo e menos trabalho de manutenção para mim, pois após uma instalação limpa do Windows sempre é preciso instalar drivers, procurar codecs, instalar anti-vírus, instalar programas essenciais e manter todos atualizados.</p>
<p>Me certifico, dia após dia, que instalar, configurar e utilizar o Linux é muito mais <strong>simples</strong> e <strong>prático</strong>, sob qualquer ponto de vista.</p>
<h3>Especificações</h3>
<p><strong>Processador</strong>: Intel® Pentium® M 730（1.60GHz）<br />
<strong>Memória</strong>: 512 MB (expansível até 1024 MB)<br />
<strong>Disco Rígido</strong>: 80GB (5400 RPM)<br />
<strong>DVD SuperMulti</strong>: CD-RW, DVD+/-RW<br />
<strong>Rede sem fio</strong>: IEEE802.11a（J52）/b/g<br />
<strong>Sistemas Operacionais</strong>: Ubuntu Linux!<br />
<a class="ext" href="http://www.sharp.co.jp/mebius/products/pcmr80j/index.html">Página oficial</a> do notebook</p>
<h3>Instalação</h3>
<p>Inserir o CD, rebootar a máquina, esperar o sistema carregar e clicar no ícone de instalação. Depois é só seguir o wizard.
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		<title>Eclipse no Ubuntu</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2007/eclipse-no-ubuntu</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2007/eclipse-no-ubuntu#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2007 00:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[eclipse]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[No Ubuntu é muito simples instalar o Eclipse, basta instalá-lo a partir dos repositórios oficiais. (mas sempre dá para instalar o pacote baixado da SUN) Quanto ao Java, caso não queira utilizar o GCJ, não é necessário baixar diretamente da &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2007/eclipse-no-ubuntu">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <strong>Ubuntu</strong> é muito simples instalar o Eclipse, basta instalá-lo a partir dos repositórios oficiais. (mas sempre <a href="ttp://seiti.eti.br/blog/2007/eclipse-no-ubuntu-antes">dá para instalar</a> o pacote baixado da SUN)</p>
<p>Quanto ao Java, caso não queira utilizar o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/GCJ">GCJ</a>, não é necessário baixar diretamente da SUN os pacotes da versão mais recente (já estamos no Java 6). É só instalar a partir do <em>Synaptic</em>. Faça uma busca por <tt>sun-java</tt> e instale os pacotes necessários.</p>
<p>Depois, para mudar qual dos javas será o padrão para o sistema em geral entre com o seguinte comando para listar as versões instaladas:</p>
<pre class="code">
update-java-alternatives -l
</pre>
<p>Para configurar o Java 6 como padrão entre com:</p>
<pre class="code">
update-java-alternatives -s java-6-sun
</pre>
<p>Caso o Eclipse teime em usar o GCJ, você tem duas alternativas: editar o arquivo <tt>/etc/eclipse/java_home</tt> (mudança global) ou editar o arquivo <tt>~/.eclipse/eclipserc</tt> (mudança em nível de usuário).</p>
<p>Caso resolva-se editar o <tt>eclipserc</tt>, basta adicionar a seguinte linha:</p>
<pre class="code">
JAVA_HOME="/usr/lib/jvm/java-1.6.0-sun"
</pre>
<p>E para saber que problemas estão ocorrendo no Eclipse, nada como o log de erros: <strong>Window-&gt;Show View-&gt;PDE runtime-&gt;Error log</strong></p>
<p>Referência: <a class="ext" href="http://weblogs.java.net/blog/robogeek/archive/2007/05/ubuntu_and_easi.html">http://weblogs.java.net/blog/robogeek/archive/2007/05/ubuntu_and_easi.html</a>
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		<title>Edgy Eft para Feisty Fawn</title>
		<link>http://seiti.eti.br/blog/2007/edgy-eft-para-feisty-fawn</link>
		<comments>http://seiti.eti.br/blog/2007/edgy-eft-para-feisty-fawn#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2007 00:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>seiti</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://seiti.eti.br/blog/?p=449</guid>
		<description><![CDATA[Update Manager Como recente lançamento final do Ubuntu Feisty Fawn, resolvi atualizar meu sistema utilizando seu próprio Update Manager. Após seguir as instruções do site oficial o sistema não subia. Até passava pelo GRUB, mostrava o splashscreen do Ubuntu (um &#8230; <a href="http://seiti.eti.br/blog/2007/edgy-eft-para-feisty-fawn">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Update Manager</h2>
<p>Como recente lançamento final do <strong>Ubuntu Feisty Fawn</strong>, resolvi atualizar meu sistema utilizando seu próprio  <em>Update Manager</em>. Após seguir as instruções do <a class="ext" href="http://www.ubuntu.com/getubuntu/upgrading">site oficial</a> o sistema não subia. Até passava pelo GRUB, mostrava o splashscreen do Ubuntu (um pouco modificado com relação ao do Edgy) mas aparecia um erro e parava num terminal com o prompt dizendo apenas: <tt>(initramfs)</tt>.</p>
<p>E agora?</p>
<p>Bom, tive uma experiência semelhante após reparticionar o disco com o Gparted e eu já sabia que eu deveria:</p>
<ol type="1">
<li> montar o sistema de arquivos na mão com o <tt>mount</tt>;</li>
<li> editar o arquivo de configuração do GRUB <tt>/boot/grub/menu.lst</tt></li>
</ol>
<p>Pesquisei também no Google e encontrei isto: <a class="ext" href="http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=392854">http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=392854</a><br />
Que diz para trocar onde diz</p>
<div class="code">
<pre>kernel        /vmlinuz-2.6.20-13-generic root=UUID=702e3aab-4a86-4374-8763-af456ddb9620 ro splash</pre>
</div>
<p>para</p>
<div class="code">
<pre>kernel        /vmlinuz-2.6.20-13-generic root=/dev/sda5 ro splash</pre>
</div>
<p>(sda5 é a partição em que se encontra o <strong>meu</strong> Linux, em outros sistemas pode ser outra)</p>
<p>Para não ter de rebootar com sistema usando o Live CD, resolvi aprender a usar o <tt>sed</tt>, única ferramenta disponível para edição de texto no terminal que me foi dado (aquele do <tt>iniotramfs</tt> do começo do texto, lembra?).</p>
<p>Assim eu montei o sistema de arquivos:</p>
<pre class="code">
mkdir /image
mount -o dev /dev/sda5/ /image
</pre>
<p>E depois editei o arquivo <tt>menu.lst</tt></p>
<pre class="code">
cd /image/boot/grub/
sed -i 's_root=UUID=702e3aab-4a86-4374-8763-af456ddb9620_root=/dev/sda5_' menu.lst
</pre>
<p>REBOOT!</p>
<p>A estranha seqüencia de caracteres <strong>UUID=702e3aab-4a86-4374-8763-af456ddb9620</strong> (veja abaixo) tive de pegar listando o arquivo <tt>menu.lst</tt> com o comando <strong>cat</strong> e digitando um por um&#8230;</p>
<p>O estranho é que depois de inicializado o sistema, verifiquei outra sequëncia estranha de caracteres no mesmo arquivo, no trecho:</p>
<pre>
#kopt=root=430e3aab-4a86-4374-8763-af456ddb9620
#kopt_2_6=root=/dev/sda7 ro
</pre>
<p>que tratei de mudar para:</p>
<pre class="code">
#kopt=root=/dev/sda5
#kopt_2_6=root=/dev/sda5 ro
</pre>
<p>Assim na próxima atualização do kernel não terei problemas (espero!).</p>
<h2>UUID</h2>
<p>Nada como o Wikipedia para tirar nossas dúvidas. O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/UUID">UUID</a>, ou <em>Universally Unique Identifier</em> trata-se de um identificador de propósito geral criado pela <em>Open Software Foundation</em>, que por sua vez foi criada para padronizar a implementação de sistema UNIX.</p>
<p>No nosso caso, no sistema de arquivos <strong>ext3</strong>, que é o que eu uso, o UUID é utilizado para identificar cada partição da máquina, além dos vários dispositivos de armazenamento que possam ser plugados no mesmo, tais como pen-drives, hds portáteis, mp3 players&#8230;</p>
<p>Assim cada dispositivo terá seu próprio número e poderá possuir uma configuração individual.</p>
<p>O Ubuntu, a partir da versão 6.10 (<em>Edgy Eft</em>) passou a utilizar este sistema.</p>
<p>Para descobrir qual o UUID de uma determinada partição podemos utilizar o comando <tt>vol_id</tt>:</p>
<pre class="code">
sudo vol_id -u /dev/sda1
</pre>
<p>O comando acima mostrará o UUID da primeira partição do dispositivo <strong>sda</strong>, que no caso é meu HD SATA.</p>
<p>Bom, fica a critério usuário manter-se nos <tt>/dev/</tt> da vida ou utilizar os UUID. Ao menos no que se refere ao <tt>menu.lst</tt> =)
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