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pingüins e computadores

SonicWall NetExtender no Ubuntu 64

Bom, voltei ao Ubuntu, mas desta vez o 11.10 64bits. Fiquei feliz que o sistema está bem mais estável – até o momento – que o 11.04. Mas tem sempre algo que não funciona, que é o caso do cliente de VPN NetExtender da SonicWall.

Eu tinha feito funcionar no Debian 64, mas a mesma solução não coube aqui. O Ubuntu não tem uma variável de ambiente LD_LIBRARY_PATH. Como resolver então? Passando por cima do arquivo /etc/ ld.so.conf e definindo o caminho para as bibliotecas na mão:

sudo /lib/ld-linux.so.2 --library-path /lib32 ./netExtender -u username -d example.com vpn.example.com:4433

E é isso!

SonicWall NetExtender no Debian 64

Ao migrar do Ubuntu 11.04 – que estava dando muita dor de cabeça – para o Debian 64 tive alguns problemas para configurar o NetExtender (trocando dor de cabeça por diversão).

NetExtender

Baixei o programa e instalei o tarball. Ao executar o cliente gráfico, netExtenderGui, foi apresentado o erro:

There was a problem loading the NetExtender JNI library.
Please reinstall NetExtender, and make sure you have a
compatible version of Java installed. SonicWALL recommends
Sun Java 1.4 or higher.

Bom, estou com o Sun Java 1.6 e ele está configurado corretamente. Olhando no terminal, o erro é um pouco mais específico, mas não ajudou muito:

Could not load libNetExtender.so

Jogando a mensagem no Google encontrei um post com pessoas com o mesmo problema, que é a arquitetura usada: 64bits.

Sabendo qual o problema fica mais fácil resolver. No diretório /usr/lib32 crie dois arquivos simbólicos:

sudo ln -s libcrypto.so.0.9.8 libcrypto.so.6
sudo ln -s libssl.so.0.9.8 libssl.so.6

Se não existirem o libssl.so.0.9.8 e o libcrypto.so.0.9.8, instale o pacote ia32-libs.
Agora crie um script para configurar o LD_CONFIG_PATH:

#!/bin/sh
export LD_LIBRARY_PATH=/usr/lib32:$LD_LIBRARY_PATH
export COMMAND=/home/seiti/devel/netExtenderClient/netExtender
$COMMAND "$@"

Basta agora dar permissão de execução e correr pro abraço:

./netExtender.sh -u usuario -p 'senha' -d example.com vpn.example.com:1234

Desligando o automount no Ubuntu

Meu cartão micro SD de 16GB resolveu deixar de funcionar. Embora ele possa ser aberto e eu até consiga listar o primeiro nível de diretórios, não há jeito de abrir arquivos, ou mesmo copiar muitos deles. Sorte que, salvo algumas fotos recentes, quase todos os arquivos eu tenho guardado no HD ou no Google ou no Flickr.

A parte chata é tentar desmontar, no Ubuntu,  o cartão. Como o cartão estava com defeito o gnome travava e era preciso matar uns processos. A fato é que não conseguia desmontar o cartão, que era montado automaticamente. E eu precisava dele desmontado, mas inserido no sistema, para tentar rodar um dosfsck ou  uma formatação.

A solução foi desligar o automount do Ubuntu 9.10 – Karmic Koala. Como? Assim:

gconftool-2 --type bool --set /apps/nautilus/preferences/media_automount false

E pronto! Pena que o cartão não teve jeito. RIP, cartão de 16GB…

DSpace em um CentOS 5.3

Novamente estou eu implantando o DSpace em um servidor Linux, desta vez um CentOS 5.3, um sistema operacional baseado nos pacotes disponibilizados pelo Red Hat Linux. Mas desta vez é a versão 1.5, ao invés da 1.4. Hora de desbravar novos bugs

O DSpace é uma biblioteca digital, mas pode ser encarado como uma ferramenta de gestão de documentos eletrônicos. No entanto sua construção tem como objetivo organizar e tornar acessível material técnico e científico, que por sua vez são incluídos no sistema pelos próprios autores (self-archiving).

Da versão 1.4 para a versão 1.5 ocorreram inúmeras mudanças. Dentre elas a adoção do Maven, para tratar das dependências de bibliotecas Java, e o estabelecimento de uma interface XML/XSLT denominada Manakin, embora a antiga interface em JSP continue sendo distribuído e funcionando.

Relato aqui então particularidades da instalação com relação ao CentOS. Detalhes e uma melhor descrição da instalação podem ser vistos na documentação oficial.

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Instalando PLJava no PostgreSQL

O PostgreSQL, como muitos outros bancos de dados, possibilita ao programador criar procedimentos em linguagens específicas. Entre elas o Java, ou PL/Java.

Vou documentar aqui como instalei o PL/Java no Ubuntu, mas creio que as instruções aqui sejam agnósticas o suficiente para servirem a outras distros. Vamos lá:

  • Baixar o pacote do PL/Java.
  • Obter o pacote postgresql.jar.
  • Abrir o pacote do PL/Java.
  • Copiar o arquivo postgresql.jar no diretório criado.
  • Copiar o pljava.so para o diretório /usr/lib/postgresql/8.3/lib
  • Editar o arquivo /etc/postgresql/8.3/main/postgresql.conf:custom_variable_classes = 'pljava'
  • Criar e editar o arquivo /etc/ld.so.confi.d/jvm.conf com o seguinte conteúdo:
    /usr/lib/jvm/java-6-sun/jre/lib/i386/
    /usr/lib/jvm/java-6-sun/jre/lib/i386/client/
  • Rodar o ldconfig:
    sudo ldconfig
  • Finalmente instalar o pljava em seu banco de dados:
    sudo java -classpath ./deploy.jar:./postgresql.jar org.postgresql.pljava.deploy.Deployer -install -database meubanco -user postgres

PL/Java instalado no banco de dados!

Em caso de problemas, existe um ótmo tutorial aqui: http://eltonplima.blogspot.com/2008/11/instalando-o-pljava-no-ubuntu.html

Se surgir algum problema do tipo undefined symbol, verifique se você instalou a versão correta do pacote do PL/Java, ou uma outra versão compilada do PL/Java, se aparecer um erro contendo assert_enabled.

Impressora Lexmark Z645 no Ubuntu Linux

LexmarkZ645

Comprei uma impressora baratinha da Lexmark, mas descobri que ela não tem suporte nativo do Ubuntu Edgy Eft ao Hardy Heron. Só para constar, uma multifuncional HP que eu havia testado antes foi detectada e funcionou sem nenhum problema. Parece que as HPs possuem um suporte melhor ou mais maduro, seja por parte da comunidade ou da empresa.

Muita gente, aqui nos comentários, parece não notar que uso Linux. Se você precisa de um driver para algum sistema Windows tente o site de downloads da Lexmark.

Bom, a solução foi instalar pacotes que possuíssem os drivers. No site da própria Lexmark não existem drivers deste modelo para o Linux. Mas pode-se utilizar o do Z600. O arquivo está empacotado em um tarball, mas o binário correspondente está no corpo do script de instalação. E o próprio binário embutido no script está no formato RPM, fazendo com que usuários de distros baseados no Debian tenham de processar o pacote RPM através do alien, a fim de criar um pacote Debian.

Felizmente o pessoal da Indexdata fez todo este trabalho e disponibilizou para o pessoal baixar gratuitamente: http://www.indexdata.com.br/Linux/Impressoras/LexMark/

É só pegar os pacotes .deb e instalá-los.

Parece que não existem mais os pacotes Debian. Não há problema, siga as instruções do Fórum do Ubuntu, e depois entre com o comando:

sudo apt-get install libstdc++5

Depois entre na pasta /usr/share/cups/model/ e dê o comando:

sudo ldconfig
sudo gunzip Lexmark-Z600-lxz600cj-cups.ppd.gz

Reinicie o CUPS:

sudo /etc/rc2.d/S20cupsys restart

Eu ainda tive de dar o arquivo PPD aberto acima na hora de adicionar a impressora, na caixa de diálogo do Gnome. Para uma interface mais completa ao CUPS, acesse http://localhost:631

Bom, saindo um pouco do escopo do texto, comprei recentemente um cartucho de tinta preta Extralife 4916 (número de série G680021191), pois ela vem sem cartucho preto (só colorido) e na papelaria só havia desta marca.
Infelizmente a qualidade do cartucho deixou muito a desejar, falhando após a impressão de cerca de 12 folhas em duas semanas (resolvido, veja a nota 2).

E estas tais falhas da impressão significam deixar o texto ilegível. Conclusão: compre produtos originais. O barato sai muito mais caro. Na verdade acho que é melhor comprar impressoras HP mesmo.

Notas:

  1. Parece que minha alegria durou pouco. Hoje, após já ter impresso várias folhas em outras ocasiões, a impressora simplesmente parou de responder aos pedidos. E quando tentei reinstalar, nem ao menos aparece na lista de impressora detectadas… Bom, o fato é que a impressora pifou. Tentei instalá-la no Windows XP e ele nem ao menos detecta a desgraçada. O negócio é trocá-la por uma HP. A impressora voltou à vida! Deu um pau nela que precisou de um “reboot”. Foi retirá-la da tomada e recolocá-la que ela ressucitou.
  2. A Extralife trocou meu cartucho ao custo do envio do cartucho para o escritório em Osasco. Na análise deles o cartucho apresentou defeito no chip. Nem tudo está perdido…

Vivo ZAP no Ubuntu 8.10 pelo N95

Há alguns dias, finalmente instalei o Ubuntu 8.10, Intrepid Ibex, em minha máquina. Fiquei sabendo pelos posts pela internet afora como ficou fácil e simples conectar-se a internet através de um modem, celular ou smartphone.

Eu já havia tentado isto com meu celular Nokia N95, mas sem ir fundo e editar arquivos de configuração, no Hardy Heron. Sem sucesso. O caso foi bem diferente agora. Vou relatar então como realizei esta tarefa, que acabou sendo muito simples. Note que testei no Vivo ZAP, mas pelo próprio wizard, ou assistente de conexão, percebi que deve ser mais fácil ainda conectar-se pela Oi, Tim e Claro. Você já vai ver o porquê.

O primeiro passo é bem simples. Basta conectar seu N95, ou outro celular e modem, via USB no seu notebook. Surgirá a opção de sempre no seu N95 para escolher o tipo de conexão. Escolha PC Suite. Aparecerá automaticamente a seguinte mensagem em seu desktop:

Blog assorted pics

Ao iniciar a configuração, seguirá um assistente, ou wizard. Basta seguir o assistente a la windows.

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Minha surpresa foi observar a tela abaixo. Já existem configurações prontas para alguns provedores de telefonia celular brasileiros. É claro que, pelos poderes de Murphy, meu provedor não estava no meio. A Vivo.

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Selecionei a Claro mesmo e concluí o assistente, nomeando a conexão criada como Vivo ZAP.

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Logo a seguir abri o editor de conexões para acertar a configuração para usar o Vivo ZAP.

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As telas abaixo dispensam comentários.

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E lembrando que o usuário é vivo e a senha é vivo. E é isto. Tudo funcionando!

Subversion no Qnap TS-109

Após comprar meu NAS Qnap TS-109 e fuçar suas configurações, dar uma olhada no sistema de arquivos, ligar o MySQL, o FTP e o Apache, percebi que seria uma boa configurar um servidor Subversion nele.

Após consultar o Oráculo encontrei dois sites muito úteis: o Wiki e o Fórum da Qnap.Visitando o fórum percebi que existe uma maneira bem prática de se instalar um aplicativo qualquer no NAS. É só usar o IPKG.

O ipkg é um gerenciador de pacotes no estilo apt-get e yum, mas voltado para dispositivos móveis. Como a arquitetura do meu NAS é ARM, similar aos handhelds que comumente rodam o ipkg, a própria Qnap adicionou suporte à este gerenciador de pacotes, denominando o pacote QPKG.

Para adicionar suporte ao ipkg foi bem simples, foi só atualizar o firmware do NAS, e depois seguir as instruções que o próprio site da Qnap oferece.

Instalado o QPKG, ficou bem simples instalar o Subversion:

#ipkg update
#ipkg install svn

E está instalado!

Repos

Instalado o Subversion, criei um diretória para conter o repositório que guardará meus dados. Para isto basta criar um Network Share,  que chamei de  Repos. Para criar basta entrar na página web do seu NAS e ir em Administration → Network Share Management. Por que não direto no shell? É por que os diretórios criados pela interface do NAS ficam disponíveis para o FTP, backup, Web File Manager, ACLs, sem dores de cabeça. Os diretórios criados assim ficam disponíveis como links simbólicos em /share.

Criado o diretório, foi só transformá-lo em um repositório SVN:

#svnadmin create /share/Repos

Daemon

Falta apenas ligar um daemon para que o SVN fique ativo a cada reboot. Para que isto funcione, criei um script autorun.sh no diretório de configuração do NAS. Este diretório reside na memória flash do danado, então é necessário montá-lo, criar o script, tornar o script executável, desmontá-lo. E foi o que fiz:

# mount -t ext2 /dev/mtdblock5 /tmp/config
# vi /tmp/config/autorun.sh

Editei o arquivo com o Vi, inserindo o seguinte conteúdo:

#!/bin/sh

#sym-link /opt to /opt
rm -rf /opt
ln -sf /share/MD0_DATA/.qpkg/Optware /opt

#export PATH
export PATH='/bin:/sbin:/usr/bin:/usr/sbin:/usr/bin/X11:/usr/local/sbin/opt/bin:/opt/sbin'

#run Optware packages start scripts
for optscript in `ls /opt/etc/init.d/S* | grep -v '~' | sort`
${optscript}
done
# chmod +x /tmp/config/autorun.sh
# umount /tmp/config

Isto faz com que quaisquer scripts que residam em /opt/etc/init.d/, e cujo nome comece com S, sejam rodados em ordem alfanumérica.

Só faltou criar o script que inicia o daemon do SVN:

#mkdir /opt/etc/init.d
#vi /opt/etc/init.d/S01svnserve

Com o seguinte conteúdo:

/opt/bin/svnserve -d -r /share/Repos

Testei em meu laptop com um:

svn list svn://IPdoNAS/

E tudo ok!

Fechando

O Qnap TS-109 me surpreendeu por sua flexibilidade. Muitos dispositivos por aí rodam com Linux embarcado, mas poucos se preocupam em oferecer ao usuário a possibilidade de extrair mais deste excelente SO, não se diferenciando de produtos que rodam com SO proprietário.

Mas o TS-109 é uma exceção. Só o fato de disponibilizar os pacotes Optware através do ipkg já se abrem as portas para inúmeros aplicativos, dentre eles o Subversion.

NAS Qnap TS-109 Turbo Station

Há muito tempo eu pensava e ter uma solução para armazenar meus arquivos: músicas, fotos e documentos, uma solução que fosse prática e que tivesse mais funções que apenas um HD externo para backup. Eu já havia pesquisado sobre Network Attached Storage – NAS, mas no Brasil isto é bem difícil de se encontrar, ao menos para o usuário doméstico.

Achei!! Oh não!

Mas então li um artigo na coluna do Flávio Xandó, no Fórum PCs, sobre o  Qnap TS-109 Turbo Station e fiquei bastante ansioso em adquirir o produto. Entrei em contato com o pessoal da Almac, que são os revendedores da marca no Brasil, e, levado pela atenção e cuidados que eles tinham comigo, possível cliente, comprei o produto.

Após o pagamento, já tendo sido alertado que demoraria cerca de 7 dias úteis para a chegada da encomenda, iniciou-se minha espera. Bom, passados os 7 dias, entrei novamente em contato, e a atenção que eles haviam tido comigo antes da compra havia caído pela metade… Sempre simpáticos, seja via telefone ou email, mas agora demoravam mais a responder. Para alguém que já havia pago e estava esperando já há uns 15 dias isso não era nada animador. Um geek esperando um gadget é uma criatura muito ansiosa…

Mas após mais de mês de espera, algumas ligações, emails enviados, finalmente chega o bendito!! \o\|o|/o/
E valeu cada dia de espera! Obrigado ao Roberto e à Priscila da Almac, que sempre me atenderam bem.

Funções mil

O TS-109 me surpreendeu. Apesar da velocidade não ser excelente, as funcionalidades que ele entrega são muitas. Vamos ver:

  • FTP;
  • SSH;
  • Servidor HTTP;
  • MySQL;
  • PHP (pena não ser o 5);
  • UPnP DNLA (eu nem sabia o que era isso);
  • sistema de gerenciamento de downloads via http, ftp e bittorrent!;
  • CIFS/SMB (faltou, ou não achei, suporte a NFS);
  • e muitas ferramentas que uma distro Linux dispõem: contas de usuários, quotas, etc.

A instalação é bem simples: abrir, colocar o HD, fechar, plugar os cabos de força e rede e apertar o botão de ligar.

Ok, precisa de um micro com Windows ou Mac OS para rodar o software de instalação. Este software  busca o aparelho na rede e realiza algumas tarefas, que acredito serem particionar o HD, formatar (em Ext3) e instalar o SO a partir do firmware.

Depois disto todas as funcionalidades ficam disponíveis na interface administrativa via navegador. A interface é bem simples, embora eu ache que os ícones utilizados não sejam muito felizes.

DNLA e UPnP

Bom, minha primeira tarefa foi verificar as funções relacionadas com multimídia. Após algumas horas carregando minhas dezenas de gigabytes de fotos e músicas, liguei o famigerado servidor DLNA. Descobri então que o TS-109 utiliza o Twonky Media como servidor de conteúdo multimídia.

O Twonky Media (que nomezinho, não?) analisa os arquivos em um diretório pré-definido (/Qmultimedia) em busca de metadados (coisas como tags ID3), criando um índice. Como testar este servidor multimídia agora?

Bom, saquei meu N95 e perguntei ao Oráculo. Hmm… Basta ir, no smartphone, em FerramentasConectividadeMídia Local.
Surgirá um Wizard com perguntas básicas, e, magicamente, você terá acesso aos arquivos no TS-109, a partir do celular!

Animado com isto, pensei em testar em mais alguma coisa. Pensei então no Amarok. Infelizmente não deu (por enquanto). Bom, então que tal o Rhythmbox? Este foi fácil Foi só ligar que ele já estava lá:

Veja no cantinho um ícone de um servidor chamada NUMENOR. Foi só clicar nele que surgiram as listas de álbuns/músicas que aparecem na imagem. =)

Meu próximo passo será testar alguma aplicação web usando a pilha LAMP. No manual consta a instalação automática do Joomla. Mas isto fica pra outro post.

Fechando

O Qnap TS-109 é um NAS pequeno, cabe em qualquer canto, não aquece muito e tem um desenho bem limpo. Ele fica bem em cima da sua mesa, sem incomodar, pois não tem ventoinhas para fazerem barulho.

Possui muitas funções prontas para uso. Requer um pouco de conhecimentos de rede e sistemas Linux para poder usufruir de tudo que ele oferece, mas a interface web ajuda bastante na tarefa.

É uma ótima aquisição para os que buscam algo a mais, muito mais na verdade, que apenas um HD externo do tipo WD My Book, e recomendo a todos os fuçadores de plantão.

Um computador dedicado teria todas estas funções, mas não seria tão prático, pequeno, silencioso e econômico no consumo de energia.